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sábado, 12 de julho de 2014

UM JOGO DE CARTAS MARCADAS


 COPA DO MUNDO DE 2014: VEXAME NACIONAL


Como não podia ser diferente, devemos tirar uma lição de cada uma das derrotas, seja no campo emocional, financeiro, social, etc.

A Seleção Brasileira de 2014 deixa marcas profundas no íntimo de cada brasileiro, que apesar da curtição da “festa” promovida pelo governo as expensas dos próprios brasileiros que ao final acabam pagando a “conta” sem serem convidados para o “baile”.


Podemos dizer que a “Seleção Brasileira” desde o início, partindo ainda mesmo da escalação foi mau, quando deixou-se de incluir dentre os escalados grandes jogadores “experientes” que poderiam significar o fiel da balança emocional dos jogadores.

Muito foi cogitado sobre a lesão do craque Neymar que afirmou em entrevista coletiva no dia 10/10/2014 que “a Seleção não jogou bem  esta Copa” desde o primeiro jogo.  

A Seleção do Felipão não demonstrou a que veio, não convencendo com um futebol fraco, apagado, sofrido e desmotivante para todos. 

O típico futebol de jogo DURO de assistir.

O craque Neymar, que eu admiro pela sua simpatia e simplicidade e claro pelo espetáculo futebolístico que infelizmente não vimos nessa Copa, afirmou  também na entrevista que "O que aconteceu com o Brasil não tem explicação. Não vim aqui para explicar isso porque eu não tenho palavras."

Entretanto, podemos apresentar vários motivos para o fracasso da Seleção Nacional:

1 º: o Governo Brasileiro gastou (previsão) quase  26 bilhões com a copa inclusive desviando recursos de outras áreas: gastou mais do que tinha;

2 º: o técnico Felipão escalou mau a Seleção, deixando de incluir no elenco jogadores experientes como por exemplo, Cacá, Ronaldinho, Robinho, que poderiam representar o “fiel da balança” em um jogo difícil com uma Seleção como a Alemanha;

3 º: os jogadores da Seleção Brasileira sentiram a ausência do seu principal líder e Capitão Tiago Silva, além da perda do seu principal craque o atacante Neymar Júnior;

4º: o técnico Felipão faz muitas concessões de folgas aos jogadores que não fazem treinos regulares, mas treinam muito pouco, devia haver treinos mais constante;

5 º: faltou humildade do técnico Felipão que mandou o povo brasileiro ir para o inferno:  Sempre fiz isso. Se eu não puder fazer as coisas que gosto, se tenho que ser pautado pra fazer A ou B, não adianta, eu vou fazer. Gostou, gostou. Não gostou, vai para o inferno.

 Para que a Seleção Brasileira obtivesse sucesso completo em sua caminhada para o HEXA, deveríamos aplicar todas as técnicas de excelência na gestão dos recursos humanos (jogadores) com a aplicação de sete pontos essenciais aplicáveis para o sucesso da Seleção, conforme artigo publicado no sítio http://www.fnq.org.br/informe-se/artigos-e-entrevistas/artigos/7-pilares-para-a-excelencia-na-execucao-da-gestao  da FNQ - Fundação Nacional da qualidade:

1º: priorização, em que se estabelecem ciclos de trabalho ao longo do ano e dividem-se as ações planejadas, mantendo um equilíbrio de alocação de recursos humanos e financeiros para execução das mesmas;

2º: envolver pessoas de diferentes características e habilidades durante as atividades, de preferência promovendo reuniões de trabalho em grupo para analisar os problemas e definir as ações a serem executadas; 

3º: a definição de rotinas de trabalho e seu cumprimento à risca como, por exemplo, com reuniões semanais de acompanhamento do plano de ação e reuniões mensais de análise de resultados;

4º: focar na execução das ações definidas, procurando alterar o mínimo possível o que foi planejado e analisar se realmente os processos estão melhorando e se as estratégias estão sendo alcançadas;

5º: integração das ações, que visa estruturar um modelo de governança dos trabalhos que integre estratégia, projetos e processos em uma gestão única, buscando a excelência operacional e de gestão da organização;

6º: participação da alta direção, que deve não só patrocinar e apoiar as atividades, mas também participar ativamente das etapas em que é envolvida, enxergando a execução da estratégia como uma grande ferramenta de gestão do negócio. Os maiores casos de sucesso que encontramos são aqueles em que seu principal executivo está intimamente ligado na execução das ações;

7º: Os gestores dos processos e dos projetos estratégicos são aqueles que realmente executam as ações. Logo, precisam ser capacitados tecnicamente e motivados para o trabalho, criando-se inclusive ferramentas de reconhecimento e recompensa tanto pelo esforço como pelos resultados alcançados. 

Em Administração estas premissas podem apresentar excelentes resultados, mas, nunca devemos esquecer que treinamento é sobretudo sinônimo de capacitação.

Embora estudos realizados pelo departamento de psicologia das universidades de Michigan, Princeton e Rice apontem que “treinar muito não garante a vitória”, (vide matéria em: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/treinar-muito-nao-garante-a-vitoria-apontam-pesquisadores ), o treinamento é essencial para o desenvolvimento de quaisquer tarefas diárias que exijam habilidades específicas e tenham um objetivo futuro (não imediato) a ser alcançado.  



Assim, TREINA BRASIL, que o HEXA JÁ FOI PARA O INFERNO!


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